Fantazmaz homenageia os uruguaios do Motosierra com versão feroz de "Violator"
Com membros de UK Subs e ex-Eagles of Death Metal, Fantazmaz destila raiva e velocidade em tributo aos ícones do punk uruguaio
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Redação The Music Mix
2/11/20262 min ler
A Fantazmaz, banda que divide seu DNA entre o Brasil e a Inglaterra, acaba de lançar uma versão visceral de "Violator", clássico da lendária banda uruguaia Motosierra. Com pouco menos de um minuto e meio de duração, a faixa é um ataque direto de punk ríspido, gravado em solo brasileiro sob a batuta de Chuck Hipolitho (Estúdio Artsy) e mixado pelo experiente Christian Martucci.
O grupo carrega um currículo de peso: é formado pela vocalista Thamila Zenthöfer (radicada em Londres), o guitarrista Raf Oliver, o baixista Rex Roulette (ex-Eagles of Death Metal) e o baterista Jamie Oliver (UK Subs). A banda "roubou" a música para o repertório após uma conexão inusitada com membros históricos do Motosierra durante uma turnê internacional.
Gravar 'Violator' com o Chuck Hipolitho foi o movimento certeiro para capturar a crueza que a música pede. É som feito por quem vive a cena, para quem não tem paciência para malabarismos técnicos. É rápido, sujo e essencial.
A arte, assinada por Rex Diabolic, faz uma referência direta ao vilão Violator, das HQs do Spawn, mas com a estética característica de Thamila — unindo ícones da cultura pop à sujeira característica do gênero.
📍 TOUR SÃO PAULO E LONDON CALLING
Se você quer sentir a voltagem da Fantazmaz ao vivo, a banda confirma shows no interior e na capital paulista em datas a serem divulgadas em breve:
São Paulo/SP: London Calling (Galeria do Rock)
Campinas/SP
Sorocaba/SP
🎧 OUÇA AGORA
A versão de "Violator" já está disponível: Clique aqui para ouvir
Selo Repetente Records
O lançamento de "Violator" pela Fantazmaz reafirma o propósito da Repetente Records. Fundado em 2022 pelos músicos do CPM 22 (Badauí e Phil Fargnoli), o selo — que conta com a direção artística de Rick Lion e parceria com a inglesa Ditto Music — nasceu para ser o porto seguro das bandas que não se encaixam nos moldes tradicionais.
O nome "Repetente" é um manifesto à perseverança. No rock, ser repetente não é sobre incapacidade, mas sobre rebeldia contra padrões e a escolha de criar o próprio caminho em vez de apenas "copiar a lousa". Atualmente, o selo é a casa de nomes essenciais como Fibonattis, Faca Preta, Escombro, Chuva Negra, Magüerbes e, claro, a Fantazmaz.
Fonte: Redação The Music Mix com informações de Tedesco Mídia/Repetente Records - Foto de capa: Gumter Faustino
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